
Queria encontrar comigo mesmo
Observar os momentos que acimentaram os meus pilares
Voltar a admirar as virtudes cujas luzes me tornaram observado
Correr descalço pelo asfalto com olhos curiosos à procura do meu horizonte
Sentir o vento alisar a pele cuja adolescência deixava os seus carimbos.
Queria encontrar comigo mesmo
Assistir às jóias raras que antes eram tão comuns aos meus dias
Voltar a demarcar os territórios que pretendia percorrer
Olhar as formas didáticas com que impus o meu eu
Olhar o amor como um sentimento virgem a ser explorado.
Queria encontrar comigo mesmo
Assistir os tapas que me deram enquanto eu mesmo amarrei as minhas mãos
Observar as vezes que as minhas costas viraram porta bagagem de gente que não merecia
Rever as vezes que atiraram o meu ego para um universo distante e sombrio
Perceber as vezes que joguei meu eu para um rio afastado de todos os outros.
Queria encontrar comigo mesmo
Rever as bandeiras que finquei neste chão que parecia ser mais claro
Olhar com olhos de menino as bandeiras ainda a serem conquistadas
Visitar os arquivos complexos dos meus crimes e danos morais
Relembrar as pessoas que hoje estão em outros planos.
Queria encontrar comigo mesmo
Sem querer corrigir os erros de grafia do meu livro vital
Sem querer atirar na coluna para desmoronar as fortalezas que me esmagaram
Apenas queria olhar nos meus olhos passados
Pedir-me um colo a amparar todo o meu corpo maior que eu
Perguntar-me afinal, o que foi que eu perdi comigo
Já que sinto meus olhos moldados com sombras e realismo venenoso.
Simplesmente, há algo que você, rapaz que eu era, construiu na sua vida
Mas na passagem do tempo eu acabei me esquecendo com você
Não sei se poderás me devolver
Mas pelo menos tenha compaixão de mim
E me deixe saber o que é.
O algo que ficou pelo caminho...
Observar os momentos que acimentaram os meus pilares
Voltar a admirar as virtudes cujas luzes me tornaram observado
Correr descalço pelo asfalto com olhos curiosos à procura do meu horizonte
Sentir o vento alisar a pele cuja adolescência deixava os seus carimbos.
Queria encontrar comigo mesmo
Assistir às jóias raras que antes eram tão comuns aos meus dias
Voltar a demarcar os territórios que pretendia percorrer
Olhar as formas didáticas com que impus o meu eu
Olhar o amor como um sentimento virgem a ser explorado.
Queria encontrar comigo mesmo
Assistir os tapas que me deram enquanto eu mesmo amarrei as minhas mãos
Observar as vezes que as minhas costas viraram porta bagagem de gente que não merecia
Rever as vezes que atiraram o meu ego para um universo distante e sombrio
Perceber as vezes que joguei meu eu para um rio afastado de todos os outros.
Queria encontrar comigo mesmo
Rever as bandeiras que finquei neste chão que parecia ser mais claro
Olhar com olhos de menino as bandeiras ainda a serem conquistadas
Visitar os arquivos complexos dos meus crimes e danos morais
Relembrar as pessoas que hoje estão em outros planos.
Queria encontrar comigo mesmo
Sem querer corrigir os erros de grafia do meu livro vital
Sem querer atirar na coluna para desmoronar as fortalezas que me esmagaram
Apenas queria olhar nos meus olhos passados
Pedir-me um colo a amparar todo o meu corpo maior que eu
Perguntar-me afinal, o que foi que eu perdi comigo
Já que sinto meus olhos moldados com sombras e realismo venenoso.
Simplesmente, há algo que você, rapaz que eu era, construiu na sua vida
Mas na passagem do tempo eu acabei me esquecendo com você
Não sei se poderás me devolver
Mas pelo menos tenha compaixão de mim
E me deixe saber o que é.
O algo que ficou pelo caminho...
FOTO: http://ncoisasparapensar.blogspot.com/2007/11/recto-recto-recto.html
E agora, orgulhosamente, os meus indicados:
Selo Esse Blog É Consciente
Hoje de manhã recebi do grande Stanley do Antologia Racional o selo Esse Blog É Consciente, que já diz tudo. São para blogs que realmente tem o que mostrar, e principalmente, o que dizer.
E agora, orgulhosamente, os meus indicados:
Café com Notícias
Para os indicados, o link do selo está na coluna ao lado.
E mais uma vez, obrigado, muito obrigado.




